"Caminhante, tuas pegadas são o caminho (...)
Não há caminhos; faz-se o caminho ao andar".
Mostrando postagens com marcador TSFI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TSFI. Mostrar todas as postagens

domingo, maio 25, 2014

Trauma pode ser transmitido de avós para netos

Eventos estressantes vivenciados na infância, como negligência ou abuso, deixam marcas e não raro, se manifestam em problemas psíquicos na vida adulta. Agora, um estudo mostra que as sequelas podem extrapolar gerações: filhos e netos de pessoas que sofreram traumas tendem a ser mais ansiosos e vulneráveis ao estresse.
Os bioquímicos Larry Feig e Lorena Saavedra-Rodríguez, da Universidade Tufts, em Massachusetts, estimularam o estresse em ratos jovens, mudando-os seguidamente de gaiola ao longo de sete semanas. Quando os animais se tornaram adultos, os pesquisadores os submeteram a testes que avaliam a ansiedade social em roedores, como a frequência com que se aproximam e interagem com ratos desconhecidos. As fêmeas adultas apresentaram comportamentos mais ansiosos em comparação com animais do grupo de controle, mas os machos não. Entretanto, posteriormente, os filhotes dos ratos de ambos os sexos mostraram-se mais vulneráveis ao estresse que a média.
O interessante, segundo Feig e Lorena, é que os ratos machos do início do estudo transmitiram o comportamento para as fêmeas de sua terceira geração, as “netas”. “Estudos anteriores sugerem que as fêmeas têm maior risco de ansiedade, o que pode ser causado por uma interação de fatores sociais e bioquímicos”, diz Feig. Ele afirma, porém, que é cedo para estender os resultados a humanos. “Os ratos do estudo foram criados em gaiolas simples, com número limitado de influências ambientais. Humanos, claro, são sujeitos a uma variedade muito maior de estímulos e também têm a habilidade de desenvolver formas de enfrentamento”, acredita.
(Fonte: Revista Mente e Cérebro de fevereiro/2013)

As Constelações também apontam para esta questão, através do que chamamos de transgeracional e também da "criança ferida" (TSFI- Alexandra Caymmi)

terça-feira, abril 17, 2012

FERE, A CRIANÇA QUE FOI FERIDA


As crianças nascem sempre com disponibilidade para o impulso de buscar os pais, porém nem sempre encontram seus pais disponíveis. Estão eles muitas vezes envolvidos com suas questões, algumas bem visíveis (trabalho, entretenimento, intrigas etc.) outras mais abstratas, quem nem mesmo os adultos têm consciência chamadas de emaranhamentos.
Em um experimento com bebes foi sugerida a seguinte questão: crianças eram filmadas por alguns minutos em sua cadeirinha, quando sua mãe entrava no mesmo espaço em que ela se encontrava imediatamente o impulso era de se jogar para a mãe para ser vista, essa a acolhia com brincadeiras e carícias, devolvendo-lhe a atenção. Outra criança era também filmada na mesma situação, porém essa mãe não correspondia aos anseios e impulsos do filho. Depois de um tempo a segunda criança começou a disfarçar suas emoções. Olhava para a mãe com o rabo dos olhos. E assim fizeram por três vezes, por alguns minutos apenas, quebrando depois essa atitude para que não prejudicasse a criança. Notou-se que, quando essa atitude é repetida por muitas vezes, a criança se desvincula da posição de ser vista e se recolhe, sentindo-se assim  não vista. Alguns profissionais dizem para as mães deixarem a criança chorar, pois, depois de um tempo ela vai parar e depois disso aprende o comportamento. Na verdade o que acontece é que a indisponibilidade dos pais em resposta a esse ato espontâneo da criança, a faz sentir-se só e desprotegida em suas necessidades. Essa dinâmica reduz a criança a um adulto desconfiado, sem interesse pelas coisas, surgem sintomas como começar atividades e não termina-las, dá-se o nome de amor interrompido, ou ainda criança ferida.
Outro experimento que pude fazer bastante interessante é tendo um cliente já adulto com essa dinâmica, com os olhos vendados sem que ele saiba. Colocamos duas pessoas representando seus pais, então o cliente sente o campo e reage mesmo de olhos vendados. Alguns pais dizem que queriam muito que seus filhos se desvinculassem, porem não se desvincula o que não foi vinculado. A criança aqui em questão, o jovem, não sente força para deixar seus pais, tornam-se muitas vezes rebeldes sem causa, pelas dinâmicas que vivenciou na infância. Entre elas podemos citar: “meus pais não me olham, são fracos, devo cuidar deles”, “eles não me deram o que precisei agora não quero mais”, existem outras, mas, aqui não se faz necessário apontá-las. Fica então a criança dividida entre ficar e ir, ficar e ir. Para ficar e receber, é como se o que tem para receber fosse venenoso pelas questões que vivenciou na infância, por outro lado se não recebe, não tem contato, isso se torna muito cansativo levando-a a sentir-se sem força, sem energia para olhar suas próprias coisas, sua vida. Pense num carro onde alguém pisa no freio e acelerador, freio e acelerador, ufa! isso é bastante cansativo. Não existem jovens aproveitadores dos pais, que é o que ouço muitas vezes. O que existe é a falta de vínculo para depois haver o desvínculo. Ao contrario do que pensam algumas pessoas, não é nada confortável não ter forças para olhar para sua própria vida. É o que escuto de muitos jovens em meu consultório. Não que erramos com nossos filhos, pois, só podemos dar aquilo que recebemos, porém já é tempo de acordarmos e desatar esses nós, sem julgamentos. Hoje somos adultos e podemos segurar nossa criança ferida e dar a ela o que precisa. Como disse Nilton “nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz”. Se assim fizermos, daremos aos nossos filhos a chance de se desprenderem desse nó sem transferir para seus filhos, nossos netos.

Por: Angela Maria Campos Rocha Raboni  

domingo, março 20, 2011

Uma Metodologia totalmente Fenomenológica e Integrativa – TSFI (por Alexandra Caymmi) - texto de Maria Angélica Soares



A TSFI, Terapia Sistêmica Fenomenológica Integrativa é uma metodologia de trabalho terapêutico, de caráter inovador, que foi criada por Alexandra Caymmi.

A princípio baseada na sabedoria e visão sistêmica de Bert Hellinger, foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos por sua criadora e, atualmente, trabalha e libera traumas, movimentos interrompidos, memória celular, integração das partes perdidas no decorrer do tempo pela vivência de eventos traumáticos.

A TSFI tem como acréscimo os conhecimentos de Alexandra Caymmi que introduziu a Técnica de Liberação de Traumas (Traumaterapia), o Xamanismo, com movimentos de cura, trazidos da sabedoria ancestral do universo xamânico e o uso dos Sons e do Canto, também como instrumentos de cura.

Traumaterapia - Numa situação perigosa, a pessoa produz muita energia, muito mais do que numa situação regular. Numa tal situação, a pessoa tem três possibilidades (segundo Peter Levine, 1998) de reagir: lutar, fugir ou ficar petrificado. Nas situações onde lutar ou fugir é possível, a pessoa utiliza a energia mobilizada e neste caso, não fica traumatizada. Mas, existem situações que nem fugir e nem lutar é possível, e a pessoa fica “petrificada”. A energia mobilizada fica bloqueada no corpo, o que produz o trauma. O trauma fica presente no corpo da pessoa e em muitas situações da vida, a pessoa ainda se comporta como se estivesse vivendo o trauma no presente. Os traumas podem ter sido vivido por nós, por outra pessoa ou outras pessoas das gerações anteriores e/ou pelo nosso povo. Todos estes traumas estão inscritos em nós. São necessários para trabalhar estes traumas “movimentos da alma” e constelações onde também aparecem as partes da pessoa (a força, a confiança, etc.). Durante o trauma a gente perde ou afasta-se muitas vezes de uma ou de várias partes de si mesmo. (Por exemplo: a força, a confiança, a expressão das nossas emoções e dos nossos sentimentos...). Trabalhando nas constelações em TSFI, libertamos o bloqueio energético que o trauma criou e reintegramos as partes perdidas. Desse jeito, passamos a ser mais íntegros.

O Xamanismo, como Caminho Ancestral, é a herança e a trajetória da própria Humanidade em busca da cura e de uma consciência de Ser e Caminhar nesse mundo. Busca a Sabedoria e Plenitude, de acordo com o movimento do Universo, reconectando-nos com caminhos e raízes ancestrais. É possível aplicar essa herança natural em nosso momento contemporâneo, no aqui e no agora, transformando nossa trajetória em uma vida repleta de potencialidades e redescobertas.

Cantos e Sons- Nosso Conhecimento Ancestral, baseado nas comunidades tradicionais, nos ensina que o som é considerado como uma expressão poderosa da essência das coisas. Um canto é a energia de um objeto ou de uma história manifestada no som. A música sempre teve o poder de provocar uma reação emocional. Ela contorna a lógica analítica e se comunica diretamente com a nossa alma. Mesmo que os cantos sejam cantados em outra língua, a linguagem da alma é compreendida por meio das ondas sonoras ou palavras emitidas no canto.

A Terapia de Constelações Familiares, metodologia criada por Bert Hellinger, é o resultado dos últimos trabalhos de seu criador e vem expandindo no mundo todo, mais especificamente no Brasil desde a década de 80, pela descoberta de estruturas e padrões desconhecidos até então. O trabalho com as Constelações Familiares nos ajuda a descobrir de que forma estamos enredados dentro do sistema energético familiar. Muitos dos sentimentos que nos atormentam são sentimentos alheios, adotados de outros membros da família e, com o desenho vivo e sensorial de nossa “Constelação Familiar”, percebemos a teia invisível em que estamos entrelaçados. Com este trabalho, vamos compreender que todos os membros de uma família, vivos ou mortos, estão energeticamente presentes na estrutura familiar, influenciando profundamente nossos sentimentos, atitudes e até mesmo nossa saúde.
A partir daí o trabalho é de reconciliação, redirecionando da energia bloqueada dentro da pessoa. A preocupação aqui não é procurar as causas dos problemas, mas sim dissolver enredos antigos, liberando a força dentro de cada um de nós para uma vida satisfatória e desimpedida, preenchendo o desejo natural de ligação e de equilíbrio.

Na TSFI o trabalho é realizado dentro de um campo energético, onde acessamos o infinito de possibilidades de consciência das energias e das informações, as que são mais importantes para a dissolução dos traumas e conflitos, realizando uma investigação profunda das dinâmicas que causam os bloqueios. As energias e informações são trabalhadas e investigadas por meio de uma metodologia totalmente fenomenológica, realizando intervenções de cura e liberação, partindo-se do que é sentido dentro deste campo energético, onde se vivencia, ao mesmo tempo, passado, presente e futuro. Tais intervenções são os movimentos xamânicos (tomando certas posições com o corpo e com as mãos, é possível provocar uma mudança nos centros de energia das pessoas e desse jeito libertar os bloqueios), o canto de músicas e sons, e outros recursos necessários à liberação e cura dos bloqueios do cliente.

Como acontece o trabalho:

O cliente coloca a questão que quer resolver, da forma mais sucinta possível e escolhe pessoas do grupo para representar a si mesmo, os indivíduos envolvidos na questão exposta, sintomas físicos ou um tema que seja de importância para o cliente ver, entender ou liberar. O cliente, geralmente, fica de fora assistindo e tem a oportunidade de observar a situação de conflito que determinou o bloqueio dentro do seu tema. Em algumas ocasiões é possível que o cliente participe, mas isso ocorre muito raramente, pois, há uma diferença vibracional entre o “cliente” representado no campo e o cliente que está de fora assistindo. Estes, normalmente, não estão na mesma sintonia, pois o trabalho realizado no campo energético se processa numa dimensão e frequência diferentes do que a do cliente que assiste.

É papel do facilitador em TSFI, perceber a unidade que liga todo o sistema no qual os representantes são componentes e realizar os movimentos xamânicos, cantos ou afirmações investigativas necessárias junto aos representantes para que possa fluir, acompanhando as energias e informações presentes no campo, de forma fenomenológica e dentro do movimento do espírito. Os representantes estão dentro do movimento da alma e são como canais de conexão com as energias e informações necessárias para a liberação dos traumas e dinâmicas que estão por trás dos bloqueios, sejam de origem familiar ou não, sejam originários do que o cliente viveu ou carrega. É importante assinalar que em TSFI não se faz necessário um número muito grande de informações sobre a história familiar do cliente, pois o que se busca é exatamente o que for, precisamente, mais importante para liberar o bloqueio do cliente e isso pode não ter exatamente a ver com as informações sobre sua origem familiar ou de nascimento.

A intenção principal do trabalho é reencontrar a nossa Unidade dentro do movimento da Vida e para que isso aconteça é importante liberar o que não nos pertence (Constelações Familiares tradicionais) e reintegrar o que nos falta (trabalho de traumas elaborado pela Alexandra)

A TSFI tem sido uma metodologia de trabalho e uma terapia sistêmica fenomenológica de grande profundidade terapêutica, dissolvendo nós e bloqueios importantes, trazendo resoluções de conflitos e realizando saltos quânticos de cura e consciência na vida das pessoas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

(1) Dewhurst-Maddock, Olivea - “ A Terapia pelo som – auto-cura pela música e expressão vocal” – pag. 90/91.

2) Levine, P.A. (1998). Trauma-Heilung. Das Erwachen des Tigers. Essen: Synthesis Verlag. English: The Tiger; healing Trauma. California: North Atlantic Books.


(3) Ruppert, F. (2005). Trauma, Bindung und Familienstellen. Seelische Verletzungen verstehen und heilen. Stuttgart: Pfeiffer bei Klett-Cotta


(4) “Lernen mit Bert Hellinger – ein Schulungskurs“ Salzburg, Februar 2006


(5) „Le Pouvoir Guérisseur de l’eau“ Masaru Emoto/Jürgen Fliege, 2005, Edit. Guy Trédaniel Editeur, Paris


(6) « La sagesse du Shaman » Tony Samara, 2006, Edit. Dangles, Saint-Jean-de Braye (France)


(7) « www.hellinger-international.com/data/ZukunftFam.shtml »


(8) ASTI-VERA, A. Metodología da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo, 1980. In Caderno de Pesquisas em Administração, São Paulo, v. 1, n° 11, 1° Trim./2000


(9) BOWLBY, James. Attachment and loss. (1969, 1973, 1980) Basic Books, New York


(10) BRAZELTON, T.B. Pre-birth memories appear to have lasting effect. Brain/Mind Bulletin, 7(5), 2. 1982


(11) DSM-IV, version mini. American Psychiatric Association. (1994) Critères diagnostiques (Washington DC). Traduction française par J.D. Guelfi et al., Masson, Paris, 1996, 384 pages.

domingo, fevereiro 06, 2011

Alexandra Caymmi

Alexandra Caymmi, é Facilitadora em Constelações Sistémicas, Abordagem Sistêmico-Fenomenológica Integrativa. De origem Suíça e brasileira. Psicopedagoga e Psicoterapeuta, formada em Psicopedagogia na Venezuela e em Somateapia na Suíça. Especializada em Terapia do Apego pelo Centro de Apego Evergreen – Colorado/Estados Unidos e Terapia Sistémica Fenomenológica (Constelações Familiares) segundo Bert Hellinger, com o professor Dr. Bertold Ulsamer, em Lützelflüh – Suíça. Autora do livro: Criança Ferida, Criança que Fere método educativo especial para pais de crianças.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Constelações Familiares - TSFI - Terapia Sistêmica Fenomenológica Integrativa de Alexandra Caymmi


A Constelação Familiar é uma técnica terapêutica criada por BERT HELLINGER (psicoterapêuta, pedagogo e filósofo alemão), com sólida base científica, inserido na abordagem sistêmico-fenomenológica. Sistêmico porque o paciente é visto dentro de seu contexto familiar, e o terapeuta se coloca a serviço de todo o sistema familiar na busca de soluções; e Fenomenológica porque o terapeuta, o paciente e as pessoas que são chamadas a representar determinados papéis durante o processo terapêutico devem estar dispostos a se abrir à realidade que busca manifestar-se e a aceitá-la tal como é, sem intenções, sem julgamentos (apriori e a posteriori), sem medo e sem apelar para teorias ou experiências anteriores.

É uma experiência densa e energética, que dissolve os emaranhamentos energéticos e liberta os pacientes de papéis assumidos inconscientemente e que podem originar doenças. Lidando com os laços emotivos que unem as famílias, o método terapêutico constrói, por meio de representantes, o sistema emocional do paciente, com o objetivo de resolver conflitos do passado que acabaram por se transformar em patologias. Com o processo, é possível compreender que todos os membros de uma estrutura influenciam profundamente os sentimentos e a saúde das pessoas.

Por meio do testemunho das sensações percebidas pelos representantes, a terapeuta interpreta os caminhos que levarão o paciente a perceber a origem de seus próprios conflitos, assistindo, como espectador, suas histórias de vida e talvez informações que ele próprio ignore, sempre buscando a própria cura. Esse resgate proporciona reconciliação, harmonia e promove a saúde integral da pessoa que trouxe o problema, atingindo, por ressonância, os participantes do evento.

O trabalho de Constelação Familiar pode ser realizado em grupo ou individualmente. Em grupo o cliente escolhe pessoas para representar membros de sua família ou da situação que queira constelar. Estas pessoas são colocadas pelo cliente dentro de um campo, onde a partir de então, o importante é apenas perceber qual o sentimento e a necessidade de cada um, respeitando e viabilizando oportunidades para que o conflito seja desfeito e as pessoas possam ficar livres para viver em harmonia. Em alguns casos, o próprio cliente pode participar, mas o ideal é que ele só observe. No atendimento individual, todo o processo é realizado entre o cliente e o terapeuta, através de almofadas, bonecos ou pela visualização.

Esta técnica criada para o restabelecimento das ordens do amor e da ajuda no sistema familiar e social foi integrada através de sons, música e movimentos espontâneos por Alexandra Caymmi, nos remetendo a um sistema aberto de campo morfogenético ( Rupert Sheldrake), a música contribui profundamente neste processo.


Para conhecer mais:

Constelações Familiares – Bert Hellinger – Ed.Cultrix

A Simetria Oculta do Amor – Bert Hellinger – Ed.Cultrix

Ordens do Amor – Bert Hellinger – Ed.Cultrix

Para que o Amor dê Certo – Bert Hellinger – Ed.Cultrix

O Essencial é Simples – Bert Hellinger – Ed.Atman

A Fonte não Precisa Perguntar pelo Caminho – Bert Hellinger – Ed.Atman

Pensamentos a Caminho – Bert Hellinger – Ed.Atman

No Centro sentimos Leveza– Bert Hellinger – Ed.Cultrix

Religião, Psicoterapia e Aconselhamento Espiritual – Bert Hellinger – Ed.Cultrix

Você é um de Nós– Marianne Franke-Grickeh – Ed.Atman

Ah! Que bom que eu sei – Jacob Schneider e Brigitte Gross – Ed Atman

Sheldrake propõe a idéia dos campos morfogenéticos, os quais ajudam a compreender como os organismos adotam as suas formas e comportamentos característicos.

" Morfo vem da palavra grega morphe que significa forma. O campos morfogenéticos são campos de forma; campos padrões ou estruturas de ordem. Estes campos organizam não só os campos de organismos vivos mas também de cristais e moléculas. Cada tipo de molécula, cada proteína por exemplo, tem o seu próprio campo mórfico -a hemoglobina , um campo de insulina, etc. De um mesmo modo cada tipo de cristal, cada tipo de organismo, cada tipo de instinto ou padrão de comportamento tem seu campo mórfico. Estes campos são os que ordenam a natureza. Há muitos tipos de campos porque há muitos tipos de coisas e padrões dentro da natureza..."